O travesseiro… meu divã!
Inundado por lágrimas…
Que são o sangue da minha alma.
Sem ninguém para ouvir,
Para me confortar…
Que estivessem ao meu lado.
Inserida numa multidão,
Mas sozinha por dentro…
Deveras por fora também.
Sem o olhar mais atento de ninguém…
Coração com uma ferida,
Solidão…. um cicatrizante.
Interação social com definidos seres,
Desacelerou o processo de cura.
A ferida sangra…
As lágrimas rolam…
A certeza da solidão aumenta…
Será que alguém se importa?
Eles não… talvez haja alguém…
Mesmo estando longe…
Só o pensamento e a fé,
para aliviar a dor!
Sigo em frente…
P.E.N.T.
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